Logo

Busca
Cadastro Nacional é esperança para quem busca pessoas desaparecidas
No Brasil, 190 pessoas desaparecem em média por dia. São oito casos por hora - segundo o Fórum Brasileiro de Segurança.
Polícia Civil e ONG iniciam campanha de prevenção ao desaparecimento de crianças no Litoral Norte de SC
Ação começou na última sexta-feira (22) e continuará até o final da Operação Veraneio, em março
Crianças vítimas de tráfico abandonadas em Portugal
Março de 2017. Acabado de chegar ao aeroporto de Lisboa vindo de Acra, no Gana, um homem levantou dúvidas ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Vinha acompanhado de uma criança de 12 anos que trazia um documento de viagem alemão, documento que fazia parte de bases de dados para apreensão por ter sido furtado em branco. Os inspetores do SEF encontraram ainda um outro passaporte na posse do adulto, neste caso ganês, que pertencia a outro menor. O homem, que garantia estar apenas a acompanhar a criança para o entregar à sua mãe, na Alemanha, já era afinal procurado por delitos relacionados com mão-de-obra ilegal (em Espanha), enquanto a alegada mãe do menor já tinha uma interdição de entrada no Espaço Schengen, por estar relacionada com o tráfico de pessoas na Alemanha. A criança foi entregue a uma instituição e foi uma das dezenas de jovens vítimas de tráfico que se viram abandonados em Portugal no ano passado e tiveram de ficar à guarda do Estado.
Com amplo debate, seminário debate políticas públicas sobre crianças desaparecidas
Com a intenção de colocar em debate o problema do desaparecimento de menores no país e promover a divulgação de medidas de prevenção para médicos e a população em geral, o Conselho Federal de Medicina (CFM), com apoio do Conselho Regional de Medicina do Estado de Alagoas (Cremal), promoveu o V Seminário Sobre Crianças Desaparecidas, no dia 13 de novembro, em Maceió (AL).
O que fazer com as ossadas paulistanas?
“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”. Com esta inscrição, a estranha Capela dos Ossos em Évora, Portugal, recebe seus visitantes. Ornada por 5 mil ossos humanos, a capela construída no século XVII resolveu o problema da acomodação das ossadas que ocupavam 42 cemitérios monásticos, localizados em espaços que poderiam ter outra finalidade.
















