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Hospitais deverão notificar internação de pessoas sem identificação à Polícia
Hospitais públicos e particulares serão obrigados a notificar a Polícia Civil sobre a internação de pacientes que não forem identificados, seja por um estado de confusão mental, desorientação, falta de lucidez ou memória, ou qualquer causa que limite suas faculdades mentais. É o que determina o projeto de lei 1.885/16, da deputada Martha Rocha (PDT), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quinta-feira (20/09), em segunda discussão. A proposta será encaminhada ao governador Luiz Fernando Pezão, que terá 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto.
Câmara analisa proposta que estabelece cruzamento de dados na busca por menores desaparecidos
O número de crianças e adolescentes que desaparecem vem crescendo no mundo todo a uma taxa superior a 10% ao ano. No Brasil, são registrados 50 mil novos casos todos os anos. Para encontrar pessoas desaparecidas, a investigação policial passa por uma série de cruzamentos de dados, como os ligados ao sistema prisional e aos diversos órgãos policiais, inclusive os dados da Polícia Federal, que controla as fronteiras e a passagem de pessoas por aeroportos. E conforme o desenvolvimento da investigação, as informações devem ser buscadas em outros bancos de dados.
Estatísticas e mistérios ignorados
Nos estados em que mortes violentas cresceram pouco, estacionaram ou diminuíram aparecem assustadores números de desaparecidos, uma classificação misteriosa.
MPSP firma parceria com CFM para combater o desaparecimento de pessoas
A aposentada Elodi Matilde Garcia Fortuna Alves há seis anos busca o filho, Everton Luis Cruz, de 28 anos, desaparecido em agosto de 2010. Ele saiu cedo de casa para ir a uma academia de ginástica onde trabalhava como personal trainer e, à noite, iria à faculdade onde cursava Direito. Mas ele nem chegou a comparecer ao primeiro destino. Elodi nunca mais teve notícias sobre o jovem.
Rua não é lugar para criança andar sozinha
Uma criança caminhando sozinha na rua é exatamente o que um potencial abusador procura. Quando escolhe a vítima, ele tenta chamar atenção e ganhar a confiança com algo que a atraia. A partir daí, não precisa de muito esforço para raptá-la e atingir seu objetivo.
















