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Casos de desaparecimento aumentam 13% em MT
O número de desaparecidos entre crianças e adolescentes aumentou em 13% este ano no Estado. Os dados são da Secretaria Estadual de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp). Conforme o balanço, de janeiro a setembro deste ano, 545 menores sumiram em Mato Grosso. Já no ano passado, no mesmo período, o total de boletins de ocorrências envolvendo esses casos chegou a 482.
MP, Secretaria de Segurança Pública e TJGO assinam parceria para implantação do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos em Goiás
O auditório do Ministério Público de Goiás sediará nesta quinta-feira (30/8), a partir das 9h30, o evento de assinatura do termo de cooperação técnica entre o MP, a Secretaria Estadual de Segurança Pública e o Tribunal de Justiça de Goiás visando à realização de ações conjuntas para implantação, no Estado, do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos, o Plid. Os termos e diretrizes do documento que formaliza essa parceria foram definidos ao longo dos últimos meses em uma série de reuniões articuladas pelo Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (CAODH), responsável pela coordenação do projeto no âmbito do MP-GO.
Justiça confirma que menino encontrado em rua de Cascavel é filho de adolescente
Adolescente estava na casa de suspeita de intermediar adoção ilegal.
Abertas as inscrições para seminário sobre prevenção ao tráfico de pessoas
A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e o Comitê Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de Mato Grosso (Cetrap), realizam, nos dias 26 e 27 de abril, um seminário sobre combate tráfico de pessoas para fins de exploração sexual. Os interessados na discussão podem se inscrever gratuitamente até a data do evento.
Fronteira do AP pode ser rota de tráfico de pessoas; campanha faz alerta sobre tema
Por estar situado em região de fronteiras, o Amapá pode ser rota do tráfico de pessoas, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). As vítimas desse tipo de crime podem ser usadas para exploração sexual, trabalho escravo, casamento servil e tráfico de órgãos.
















